Um pouco de francês todo dia · e Paris se aproxima, um passo de cada vez.
Você já está em Paris, na imersão, até 26/12. O visto de longa duração foi recusado em 11/09, mas L423-12 é um direito: já entramos com o recurso gracioso e com o recurso CRRV, e agora aguardamos o accusé de réception. Um passo de cada vez.
Imersão em Paris, francês todo dia, e o DELF B2 em Paris em junho de 2027.
O caminho: um ano de francês (DU FLE) a partir de 2027, com o DELF B2 e o portfólio em paralelo, rumo à ENSA na rentrée de 2028.
A lista completa está na aba Semana.
Regra de ouro: 30 minutos de francês todo dia, mesmo sem aula · Busuu conta! E sem tela depois das 21h: dormir às 21h30 também faz parte do plano.
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Visto de longa permanência « família de francês » (art. L423-12) · depois, carte de résident de 10 anos. Marque as caixinhas: o progresso fica salvo aqui no seu navegador.
Passé composé, imparfait e futur simple já são seus. O próximo território: condicional, subjuntivo e opinião · que a imersão em Paris vai acelerar naturalmente.
Regra de ouro: 30 min de francês todo dia · sem tela depois das 21h · dormir às 21h30. Cérebro descansado aprende idioma duas vezes mais rápido.
Seus 30 minutos diários: percurso estruturado, gramática por repetição e vocabulário que gruda.
Tem mais de um caminho até a arquitetura. Dá pra tentar entrar direto, ou passar primeiro por um ano de francês na universidade, que destrava tudo em melhores condições. Aqui estão as opções, com calma, pra você ler e pensar sem pressa. Nada aqui é pra decidir hoje: primeiro o visto, depois a escolha, no seu tempo.
A ENSA pública (o diploma de Estado, o mais barato) exige B2 e portfólio até 15/12/2026, impossível a tempo este ano, então vira objetivo para 2028. Sobra a ESA privada: sem portfólio no outono e sem B2 formal, mas com entrevista oral em francês, cara (cerca de 10 a 12 mil € por ano, sem CROUS), via Parcoursup em jan a mar de 2027. É o único « arquitetura já em 2027 » realista, e fica a 10 min de casa (14e).
Um ano de DU FLE / DUEF (francês na universidade), rentrée de setembro de 2027. Aceita A2-B1, sem portfólio nem B2 na entrada, te dá status de estudante (moradia CROUS, imersão total) e te leva ao B2/C1. Depois você candidata à ENSA (ou a uma licença) para 2028, já com o B2 e o portfólio prontos. O « vazio » de 2027 vira um ano que conta.
Da mais indicada ao seu perfil às mais específicas. As estrelas indicam o quanto cada uma destrava o caminho sem trava (sem portfólio nem B2 na entrada).
Francês intensivo na universidade. Entra em A2/B1, sai em B2/C1. Sem portfólio nem certificado na entrada. Dá status de estudante e leva à ENSA em 2028, a uma licença ou ao DNMADE.
O diploma de arquiteto, direto. Sem portfólio na entrada de outono e sem B2 formal, mas com entrevista oral em francês (60% da nota). Via Parcoursup.
Perto do desenho e do espaço, admissão flexível (dossiê e entrevista, várias sessões no ano). Leva ao ofício de arquiteto de interiores ou designer, não ao diploma de Estado de arquiteto.
Universidade pública, quase de graça (cerca de 170 a 250 €). Boa base para a arquitetura, mas exige B2 na entrada, então é um caminho para 2028, depois do DU FLE.
Criativo e gratuito, mas costuma pedir um caderno de trabalhos ou dossiê criativo, e é seletivo.
Acessível e barata, com reorientação possível para a arquitetura depois. Mas exige B2 na entrada, então também fica para 2028, depois do DU FLE.
Opção « arquitetura já »: candidatar à ESA (Parcoursup) em paralelo, se o orçamento privado for possível.
O dinheiro, em resumo: com a carte de résident de 10 anos, você paga a tarifa francesa (cerca de 178 € por ano na universidade, em vez de cerca de 2 902 €), automático. A universidade pública é de longe a mais barata. O status de estudante dá direito a moradia CROUS e APL. Bolsa CROUS é possível na licença (atenção: em geral não durante o DU FLE). Não vale para a ESA, que é privada.
Os valores das escolas privadas são indicativos, confirmar no local. A elegibilidade ao Parcoursup com o diploma brasileiro depende do seu status, confirmar em cada escola. As portes ouvertes (JPO) das universidades e da ESA acontecem em geral de janeiro a março: é o melhor jeito de confirmar tudo pessoalmente e já praticar o francês.
E no sofá, sempre em francês com legenda em francês:
Toque em um podcast para abrir no Spotify e treinar a escuta.
Se a dúvida continuar, dá para candidatar às duas · a decisão precisa vir antes de novembro, para o portfólio ter tempo de nascer.